
Quando afirmavas que ainda não sabia sonhar...
Já eu abria subtilmente o olho e deliciava tudo à minha volta!
Eram incertezas de olhares discretos,
Onde o esquecimento das palavras e o cheiro das sílabas permaneciam em mim.
E esperei... esperei no local onde a brisa soprava em ti.
Tornando-me teu, num beijo nosso.
Permanecemos na nossa realidade desfocada de preconceito,
Onde nos tornamos únicos dentro da diversidade,
Simples e diferentes, como o sabemos ser.
Já não quero pensar, já não quero dizer...
1 comentário:
Sente e...Sê!
Belo texto.
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