domingo, 20 de maio de 2012

Inverso


Não são mais que coisas,
Apenas coisas...

Invariáveis factos de um presente qualquer,
Permanecem.

Estrutura invertida que outrora susteve-me,
Ausente!

Inconsciente leveza de um sentido oscilante,
Desnorteado.

Não deixa de ser tempo,
Apenas um tempo.

2 comentários:

Paulo Vasco Pereira disse...

Tempos que passam num ápice... E o que nos resta?

Abraço

. intemporal . disse...

.

.

. seja o que for . perene é o poema .

.

. o teu . claro . :) .

.

. abraço.te .

.

.