
Imagino as cores como elas não são,
como que se os domingos permanecessem inócuos,
a presente textura da solidão.
Imagino se a dor tivesse uma música,
ou se a brisa cheirasse a baunilha,
o oceano rabiscasse na queda da paixão,
o insensato prescrito na vaga da tertúlia,
Como se o para sempre fosse um até já,
ou, simplesmente um minuto daquela hora!