sábado, 23 de fevereiro de 2008

Obesidade Infantil



Já é considerada a doença dos novos tempos - a OBESIDADE, sobretudo a infantil. No entanto, ainda há pouca sensibilização em relação a este perigo. Os pais não tomam cuidado com a alimentação dos filhos. É frequentemente designada como uma epidemia que veio para ficar. E não imaginam as pessoas que a resolução de tal problema, passa na maioria dos casos por uma alimentação correcta e pela prática de exercício físico. Certo é que, neste momento, calcula-se que no futuro haja mais adultos que, para além de obesos, vão sofrer de patologias cardiovasculares, cada vez mais cedo. Vão ser mais atingidos pelos efeitos da diabetes tipo 2, que também sobe a olhos vistos nos jovens de hoje. Já para não falar de distúrbios da personalidade, decorrentes do estigma de ser gordo.

As pizzas, os hambúrgueres, as salsichas, a comida já previamente confeccionada que se coloca no microondas e os refrigerantes gaseificados são exemplos flagrantes.
«Não são totalmente proibidos, mas é preferível que sejam excepções do que uma regra diária», explica esta investigadora.
Há outra falha grave, que é a ausência de um bom pequeno-almoço, completo e diversificado.

O papel dos pais na obesidade infantil assume duas vertentes essenciais. Em primeiro lugar, emerge a questão inevitável da hereditariedade. A verdade é que, «em pais obesos há aproximadamente 50% de possibilidades de os filhos virem a sofrer do mesmo problema».

As raparigas estão mais sujeitas a este problema, no entanto a "epidemia" alastrou-se também aos rapazes. Problemas como AVC, hipertensão arterial e colesterol é o mais frequente surgir em pessoas obesas.

Em Portugal cerca de 30% das crianças entre os 7 e os 11 anos têm excesso de peso. Isto significa um percentil de IMC (Índice de Massa Corporal) superior a 85.

Portugal é o segundo pais europeu com maior prevalência de excesso de peso e obesidade em crianças. De acordo com dados da "Inter­national Obesity TaskForce" (IOTF), a Itália é o país europeu com maior prevalência de exces­so de peso e obesidade em crian­ças com cerca de 10 anos (36 por cento, dados referentes a 2001), seguida de Malta (35 por cento, segundo dados de 1992 que tive­ram apenas uma amostra de 519 crianças e, por isso, considera­dos pouco relevantes pelos inves­tigadores portugueses), Grécia (31 por cento, dados de 2000), Es­panha (30 por cento, dados entre 1998/2000) e Croácia (27 por cento, dados referentes ao ano de 1998).

Isto é um alerta para os pais, tomem cuidado com a sua própria alimentação, e principalmente, eduquem os seus filhos a terem uma alimentação equilibrada...

Aquele velho trocadilho, GORDURA = FORMOSURA está muito desactualizado!!!

2 comentários:

bio disse...

na minha opiniao os pais tambem têm um grande problema que é nao saberem dizer nao... e existem sempre estrategias de marketing que colocam montanhas de guloseimas em sitios estrategicos no supermercado... enfim... e claro o sedentarismo tambem e bastante grave... as crianças passam horas e horas em frente a televisao, ao computador,enfim... o desporto passa-lhes completamente ao lado...

Anónimo disse...

AS PIZZAS .. O MAC AIII PERDIÇÃO

S.P