
Trata-se de um poema,
de uma história sem tema,
inexistência apaixonante,
um deserto, uma riqueza,
puro sinónimo de beleza,
onde a simpatia se alia à dita alegria,
elegância de uma pluma,
que me consome o desejo,
imagino essa felicidade num beijo,
o medo dissipa-se sem jeito,
nos recortes do tempo,
neste perpétuo e solitário momento.