quarta-feira, 28 de agosto de 2013

Convite: Pecado & Luxúria

Sintam-se convidados a assistir à apresentação do meu 2º livro de originais que se realizará no próximo dia 14 de Setembro 2013.

Será uma honra ter-vos por lá!

Pecado & Luxúria
Pasmos Eróticos em Poesia



p.s. embora sem ter escrito qualquer texto nos últimos meses, sempre li e reli textos antigos, por muito que tentemos "abandonar" este espaço, jamais o esqueceremos! :)


quinta-feira, 2 de maio de 2013

A despedida.

Meus caros amigos (se é que alguém ainda passa por este espaço, não sei...), e após vários anos a escrever neste espaço, com maior ou menor regularidade sempre fui deixando por aqui alguns textos, poemas, formas de estar e pensar. Foram cerca de 6 anos como blogger, mas creio que chegou a altura de me despedir neste espaço e embarcar em novos projetos. Parte de alguns poemas deste blog resultaram num livro - Mulher Chuva - que significou um dos projetos mais interessantes e ambiciosos em termos pessoais. Poderão adquirir um exemplar numa qualquer livraria perto de vós.



Agora, e já com mil e um planos torna-se difícil manter este espaço ativo, informado e visitado, e como já resultou num fim bastante nobre, foi deliberado que chegou o fim definitivo (ou não... não sei!). Resolvi levar a escrita 'à séria' e em breve poderão saber novidades minhas, basta seguirem a minha página do facebook Hugo de Oliveira - Escritor onde vou divulgando partes do livro Mulher Chuva, bem como de novos projetos.
Será uma honra e prazer receber-vos por lá (quem ainda se digna em visitar este espaço).

Por aqui descobri blogs do mais interessante possível, temáticas distintas, pessoas fenomenais. E, peço-vos que não se amedrontem e não caiam na cobardia de abandonar a blogosfera, tal como eu o fiz. Continuarei a seguir os blogs de sempre, bem como a deixar os meus comentários.

Até lá,
despeço-me com um enorme ogonblick-for-mig! :)

sexta-feira, 19 de abril de 2013

segunda-feira, 11 de março de 2013

Página Facebook

... e para quem quiser seguir o meu trabalho de uma forma mais regular, pode aceder à minha página no Facebook (clicando no GOSTO/LIKE), por forma a receber no seu mural novos textos.

Fico à espera da visita de todos! :)

Link, aqui: Hugo de Oliveira - Escritor

A ti, Mulher



Sinto, timidamente, o amor no seu olhar,
No aroma das cantigas que oiço nessa brisa,
Naquele toque de lembranças desmentidas,
Encontro um refúgio onde aprendo a estar.
Ela sussurra uma doce fantasia de emoções,
Ela dança na fortuna daquele momento,
No imprevisto desse timbre alguns se escondem,
Outros na perfeição da imagem se arrepiam,
Veneram essas suave perfeição em ti,
Num terno balanço do embalo lunar,
Criam-se sorrisos narrados a olhares inocentes,
Na hora de partir, fantasio e finjo beijar-te.

Sabes, é-se feliz naquele lugar,
Permaneço em ti, Mulher.

sexta-feira, 8 de março de 2013

Divulgação do livro - Mulher Chuva (Hugo de Oliveira)

E quem, por algum motivo (imperdoável!) ainda não adquiriu o meu livro - Mulher Chuva - poderá encontrá-lo nas seguintes livrarias. Ah, e é bom que se apressem! :)

Livraria Les Enfants Terribles
Rua Bulhão Pato, n.º 1
1700-081 Lisboa

Livraria Nun’Álvares
Rua 5 de Outubro, n.º 59
7300-133 Portalegre

Livraria Papelaria 115
Praça 8 de Maio, n.º 29
3000-300 Coimbra

Livraria Branco
Rua Dr. Roque Silveira, n.º 95
5000-630 Vila Real

Livraria Caminho
Rua Pedro Santarém, n.º 41
2000-223 Santarém

Representações Online
Praça do Comércio, n.º 108
4720-337 Ferreiros AMR

Livraria BrincoLivro
Rua Alexandre Herculano, 301
3510 – 038 Viseu

Livraria Universo
Rua do Concelho, n.º 13
2900-331 Setúbal

Livros da Ria Formosa
Avenida dos Descobrimentos, 43I, Loja L
8600-645 Lagos

Rua da Fábrica, n.º 74
4050-246 Porto

Livraria Esperança
Rua dos Ferreiros, 119
9000-082 Funchal

Nazareth e Filho
Praça do Giraldo, 46
7000-406 Évora

Livraria Graça
Rua da Junqueira, n.º 46
4490-519 Póvoa do Varzim

Aliete S Clara Brit
Avenida 25 de Abril, lote 24 R/C
8500-511 Portimão

Culturminho
Rua Dr. Francisco Duarte, n.º 319
4715-017 Braga

Praça Heróis da Fundação, 436
4810-242 Guimarães

Está disponível online no nosso site e brevemente na wook e na bertrand Online.

É possível, também, encomendá-lo em qualquer balcão Fnac ou Book.it.

segunda-feira, 11 de fevereiro de 2013

Melancolia


Ambicionei ser uma canção,
Talvez um si menor basado em humildade,
Sentir a sonoridade de cada som,
Deixar-me entorpecer pela melodia do amor,
E vibrar na melancolia do meu pensamento,
E quem sabe ser orgia desse meu bafo,
Que dia após dor me consome e engana.
Desejei ser demente e cessar minhas loucuras,
Aspirando cheiros de ideias, injúrias de recordações,
E pintar o negro do meu ego em tons primaveris.
Quis ser quem não pude,
O monstro que criei,
Este aqui, só, vago de amor,
Que nunca mais desejarei.
Num ângulo inverso de violinos entorpecidos,
Julguei ferver sentidos inócuos,
Para na vertigem do sufoco de um amanhecer,
Pernoitar em ti, doce jugular.


quinta-feira, 24 de janeiro de 2013

Linhas


O intemporal dissipa-se nesta chuva de inverno | Os rostos carpem lágrimas da saudade | Faz frio, mas o teu olhar não se move | Resiste ao pecado do movimento e nem se debate. | Aquele passado torna-se cristalino no para sempre | Aquele estranho beijo ainda me inspira | Nas visões futuras que recordo em mim.

terça-feira, 22 de janeiro de 2013

Ángeles




Así es!
Como podría yo percibir el viento cuando se va el verano?
Como seré yo, como serás tú en ese invierno aplazado?
Gente que se despierta a las 4h de la madrugada,
Aún fantaseados de la promiscuidad de la vida,
Y que se despide con la mano sobre el corazón.
Cocinando sobre el rincón imaginable.
Son 2h de la mañana que podré hacer?
Nada más que disfrutarte en tu pecho,
Y perderme en un escondrijo de tu cuerpo.
Así soy, pido por nosotros en los altares,
Cuando la ventana parece cerrarse en tus ojos.
Te pido paz, lo merezco infundirte,
Creo resacar en tu alma este sentimiento,
Fundiéndome en ti, en nuestro beso.
Acreditamos vivir lejos, cerca de la fantasía,
Donde nuestra paz so será de oro.
En el cruzar de nuestras miradas cristalinas,
Te veo desnuda y libre del de la religión,
Recibo tu pasado en esa luz translucida,
Que muere cuando me acerco.
Que suave eres, que ternura me ofreces,
La sombra que nos ilumina es dulce de sabor,
Fresca mirada.
Fuimos ángeles en un principio,
En esto medio termo inacabado.

domingo, 6 de janeiro de 2013

Ser-se Animal




Um dia fomos animais e gostamos um do outro,
Vasculhamos os corpos nesse impasse,
fomos imprevistos no desejo,
Incertos.
Imaginávamos o sabor a magenta,
Precipitados,
fomos comuns nessa alegoria.
Fingimos,
Distantes do amanhecer.
Fomos animais e gostamos um do outro.

sexta-feira, 7 de dezembro de 2012

Os Monstros




Morri de ti,
Mesmo antes de saber que nunca parti,
Prostrados um no outro,
Fingias sorrisos de mel,
Brincando às escondidas nesse sentido de pele,
Permanecemos nessa manhã,
Tão cedo que a fomos,
De uma virgindade ausente,
e aí, nessa manhã,
Parti e voltei sem querer,
Que nunca cheguei a chegar.
Os Monstros? Esses, são humanos.

sexta-feira, 23 de novembro de 2012

Aqui.





Mas sem nunca nos tocarmos um abraço deixa de existir, 
o toque é indolor à tua presença. 
Sabes, preenche-me o saber que aí estás!

sexta-feira, 16 de novembro de 2012

Lançamento Livro Mulher Chuva


Quando dizia que os meus dias de blogger poderiam estar a terminar referia-me a 'isto'. Aproveito para convidar TODOS para a sessão de lançamento do meu livro 'MULHER CHUVA' a realizar-se no próximo dia 16 de Dezembro na Livraria Les Enfants Terribles, junto à Av. Roma, Lisboa.




domingo, 11 de novembro de 2012

Amar sozinho


Um final,
interrupto em mim,
ordinariamente afável,
palpitação, subjugado,
inércia na chegada,
permanece,
como se fosse este
obsoleto vício,
impermeável tesouro,
na pele sente-se,
sem freio,
deslize,
palavras perdidas,
outrora partidas,
amor desfigurado,
por um lato qualquer,
como se assemelha,
a mim.

sábado, 3 de novembro de 2012

Luxúria






Não resgatei do vento, 

Nem fiz da lua minha certeza,

Na algibeira o pura incerteza persiste,

Longe deixo o um vazio vagabundo incerto,

e ausente tão cerca as palavras estão,

Noites turvas em claro são,

No bolso habitam  palavras nuas,

Detalhes de uma imagem tua,

Palavras conjugadas sem predicado,

Destoadas num fácil rimar,

Amores difíceis, outrora fáceis de conjugar.